Afraid To Love

Posted 3 weeks ago with 355 notes
originally 31-12-00

Vocês que reclamam de ser feios KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK vocês já me viram?


Posted 3 weeks ago with 16,438 notes
originally urmyaddction

Eu tô aqui, sabe? Pra conversar, brigar, rir, fazer loucuras. Não precisa me contar o que aconteceu ou porque você tá mal. Só me deixa tentar colocar um sorriso no seu rosto.
Vinícius Kretek  (via flo-rir)

Posted 3 weeks ago with 26,239 notes
originally terradafama


Posted 3 weeks ago with 8,145 notes
originally insegur0


Posted 3 weeks ago with 4,686 notes
originally antigo-brasileiro


Posted 3 weeks ago with 7,477 notes
originally l0uca

Pega na minha mão e não solta mais,me abraça e coloca sua cabeça no meu peito,cola sua boca na minha. Me faz feliz do jeito que só você sabe fazer. Não, não promete ficar comigo pra sempre porque promessas hoje em dia são tão vazias. Só fica aqui comigo, sem falar nada, só sentindo seu coração batendo perto do meu e não vai, não me solta, me segura entre seus braços e não me solta nunca mais. (z)


Posted 3 weeks ago with 70 notes
originally any-one-day



Posted 3 weeks ago with 12,445 notes
originally kaluniaa


Posted 3 weeks ago with 1,446 notes
originally nerdbipolar

— É estranho, né?
— O que?
— Olhar pra você e não sentir mais nada.
— Como assim?
— Sei lá, eu costumava ter um mundo de sensações quando te via, enquanto hoje olho pra você como uma pessoa comum.
— Nossa.
— O quê foi?
— Você fala de um jeito como se não pudesse me afetar.
— Eu não tenho culpa.
— É claro que tem. A opção foi sua se afastar de mim, se tornar fria. Forçar o sentimento a sair, fingir que tinha saído, até ele sair de verdade.
— E a opção foi sua ter me dado motivos pra fazer isso.
— Desconhecido. (via planet-insane)

Posted 3 weeks ago with 259 notes
originally lembrandoamor

É tão ruim olhar para trás e ver tudo o que deixamos. Todas as promessas de sermos felizes para sempre, promessas de que você jamais iria me deixar, de que você estaria aqui, sempre que eu precisasse. E bastou aparecer outra pessoa, talvez melhor que eu, e você simplesmente tornou palavras apenas palavras. Que saiam da sua boca sem sentido, sem sentimentos, falava apenas por falar, pra me iludir. Você partiu meu coração, dilacerou ele. Essa dor de perda, de tristeza que eu estou sentindo eu não desejo pra ninguém. Olhar nossas fotos, imaginar você aqui, me abraçando, me beijando, fazendo cócegas para que eu desse uma gargalhada super alta e você ria disso… Nós parecíamos ser tão feliz. Tão únicos! Parecia que nada estragaria. Mas e agora? Estou eu aqui, chorando em frente essa tela de computador, chorando sobre suas cartas… Palavras, palavras lindas, mas que atitudes as tornaram como facas, que espetam e cortam meu coração a cada palavra que eu leio. Eu sigo dando play naquela música, na nossa música, lembra? De novo e de novo, pra ver se voltam as memórias boas do que um dia foi nós. E é como se o tempo parasse ali. Toda essa nostalgia vai me torturando, e me destruindo aos poucos. Fiz questão de decorar a letra, e a melodia, para me lembrar de você, e agora, eu suspiro a ouvindo, querendo esquecer-te. Eu vou vagando por aí, dentro de mim sem rumo, pensando nos meus sonhos roubados, e procurando algo forte o bastante, que apague as minhas lembranças de você, que me apague de tudo que eu vivi. Meu suicídio interno já começou. E foi você quem o provocou. sub0rdinada+s-ussurrar


Posted 1 month ago with 12 notes
originally sub0rdinada

Eu sempre tive uma infância perfeita, mesmo achando que ela não era tão perfeita assim. Eu podia acordar cedo sem me preocupar com nada, apenas com o meu cobertor e com o horário do meu desenho animado preferido. Sempre tinha aquela mãe maravilhosa que me acordava com um beijo na testa e dizia-me que me amava tanto. Cara, como eu achava aquilo “meloso”. Mas hoje vejo o quanto me faz falta. Eu poderia me sujar um pouco com qualquer tipo de comida, mas eu sempre via alguns rostinhos “fofos” me dizendo o quanto que eu ficava linda toda suja. Sim, eu tinha a irritante mania de querer ser a minha mãe, usar as roupas dela, cair tentando andar de salto, e me arruinar toda com um “pouquinho” de maquiagem. Eu ainda lembro-me de como eu voltava feliz da escola, porque eu tinha conseguido superar a atividade mais difícil, que era somar dois mais dois. E ainda receber na agenda um elogio da “tia” por ter me comportado bem em sala de aula. Olhar agora por esse ângulo também te deixa com saudade não é mesmo? Lembro-me de que todos os “menininhos” da escola andavam todos orgulhosos por terem a lancheira do desenho animado do ano, e as meninas todas felizes por terem a mochila de carrinho toda rosa. Ninguém queria superar ninguém por ter melhor mochila, ou melhor isso e aquilo. Todos ali estavam felizes por terem o que queria, e não com raiva por alguém ter algo melhor. Nós éramos felizes por ainda sermos inocentes, por ainda nem saber atravessar a rua, mesmo olhando para os dois lados. Ainda usávamos a regra do “coelhinho” para poder amarrar o cadarço, ou apenas pedíamos a “tia” da sala para poder nos ajudar. Era um sufoco aprender a amarrar o tênis. Lembro-me que toda noite eu separava o meu brinquedo favorito para levar para a escola no dia que tivesse brincadeira. E dormia super ansiosa para que o dia pudesse chegar logo, só para eu poder amostrar para os meus colegas o que eu tinha. Não, eu não queria causar inveja nos outros por ter uma boneca “assim” ou “assado”, apenas queria mostrar a eles a minha felicidade e talvez assim poder levar felicidade para eles também. Lembro que eu não tinha “inimiga de morte” na sala, nem mesmo em toda escola, eu apenas tinha amiguinhos, todos ali eu queria o bem. E o único motivo para voltar chorando para casa era porque eu tinha caído e ralado o joelho… Eu podia brincar na rua, das brincadeiras mais variadas, e não, eu não ficava horas no quarto escolhendo a melhor roupa possível para ir brincar, se fosse possível eu iria até mesmo de pijama, porque era tanta animação que eu não queria pensar em nada, só queria correr para não ser a que iria contar no pique-esconde, ou a que seria a última na amarelinha. Eu não ligava para o menino mais “gato” da escola, na real, todos ali para mim eram iguais, a única diferença era o nome. Eu não conhecia o temido “amor”, e nem mesmo ficava chorando no quarto todas as noites porque algum menino “quebrou” o meu coração. Na real, como eu era feliz, e não sabia. Era incrível a minha vontade de ser “gente grande”, como eu tinha essa vontade de ser “adulta”. Ser “livre”, dona do meu próprio nariz. Hoje eu cresci, e vejo o quanto isso não é legal tanto quanto eu pensei. Percebi que a escola mudou, e o quanto eu preferia ainda estar na “escolinha”. Como eu queria. Aprendi agora o real sentido da palavra saudade. Saudade do que um dia já fui, saudade da inocência, da carinha de anjo, das brincadeiras sem algum motivo ruim. Saudade do que um dia eu já fui, pequena. E hoje eu vivo o reverso, hoje daria tudo para acordar e mais uma vez voltar a ser o que um dia já fui, criança, uma inocente criança. - nostalgia-insana


Me irrite. Me faça ciúmes. Me diga que estou sendo chata. Me diga que sou grossa. Me morda. Me faça cócegas. Me fale coisas lindas. Me faça sorrir. Me abrace. Me ligue. Me faça sonhar. Me faça uma música. Me diga qualquer coisa com essa sua voz linda. Me diga que vai sair com outra, e apareça de surpresa. Me mostre a realidade. Me dê conselhos, daqueles que só você sabe. Me dê esperanças, mas só se for se realizar. Me deseje sorte. Me ame. Mas o principal, se não pretende fazer essa ultima coisa, me faça te esquecer. É justo.


Posted 1 month ago with 3,132 notes
originally m-aldade

É que eu tinha prometido pra mim mesma não chorar mais.


Posted 1 month ago with 11,024 notes
originally quase-perfeita